
VIGÍLIA NO CONGRESSO - 40 HORAS JÁ -
02/02/2010
Pela redução da jornada Movimento Sindical fará vigília no Congresso
O Fórum Sindical dos Trabalhadores - FST e as Centrais Sindicais CUT, CGTB, CTB, FS, UGT, NSCT e FS irão realizar uma vigília no interior do Congresso Nacional, no próximo dia 02/02/2010, para exigir que os parlamentares coloquem rapidamente em votação o projeto que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas e que remunera as hortas extras em 75% a mais que a hora normal.
O dia 2 de fevereiro foi escolhido por representar a volta das atividades no Congresso Nacional.
“Será fundamental a presença e participação nessa e outras atividades lá dentro do Congresso Nacional, dos Dirigentes Sindicais das Confederações, Federações, Sindicatos e Centrais Sindicais, se envolvendo nesta importante e significativa luta, para que o Projeto de Lei ganhe a simpatia da população, através de uma projeção e uma ação mais forte por parte do movimento sindical brasileiro, pois com a adesão dos demais segmentos representativos da sociedade brasileira e com essa luta unitária nossa, irá fortalecer pautar e votar a matéria”, disse José Augusto, Coordenador Nacional do FST e Diretor Secretário Geral da CNTC.
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Centrais convocam nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora
Em decisão histórica, centrais convocam Conferência Nacional da Classe Trabalhadora

Em reunião realizada nesta quinta-feira (21) em São Paulo, o Fórum das Centrais Sindicais (composto pela) resolveu convocar para o dia 1º de junho uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat). Na opinião do presidente da CTB, Wagner Gomes, a reunião será um marco na história do movimento sindical e terá uma importância política extraordinária para o país.
Os sindicalistas também decidiram realizar uma manifestação unificada dia 2 de fevereiro no Congresso Nacional, em Brasília, em defesa redução da jornada de trabalho sem redução de salários, bandeira histórica do movimento operário, que foi a principal reivindicação da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, realizada no dia 11 de novembro em Brasília.
Maior protagonismo
A CTB já defendia em dezembro de 2007, durante seu congresso de fundação, a realização de uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora. Para Wagner Gomes, a iniciativa tomada em conjunto pelas centrais irá unificar o movimento sindical brasileiro, de modo a elevar o protagonismo da classe trabalhadora na vida política nacional, bem como sua influência nas eleições deste ano.
Ao sublinhar o caráter histórico da decisão, o presidente da CTB, Wagner Gomes, esclareceu que “o objetivo da Conferência será debater e expor ao Brasil a visão da classe trabalhadora sobre um novo projeto de desenvolvimento nacional. Vamos elaborar um documento com propostas unificadas que visam o desenvolvimento nacional e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras”.
Valorização do trabalho
“Defendemos um projeto de nação”, acrescentou, “fundado na valorização do trabalho e numa distribuição mais justa da renda nacional, que é produzida pela classe trabalhadora. Estou convencido de que o fato de as seis centrais sindicais redigirem esse documento é um acontecimento histórico, pois por meio dele iremos participar ativamente da disputa eleitoral de 2010, com a classe unida e a opinião dos trabalhadores muito bem definida. Isso é motivo de comemoração, é um grande feito político”.
As centrais pretendem reunir mais de 10 mil lideranças sindicais de todo Brasil na Conferência que vai debater e aprovar o documento unitário das centrais e definir o apoio a um candidato ou candidata à presidência da república que dê continuidade ao projeto político implementado no país desde 2002 e aprofunde o processo de mudanças. “O documento, depois de aprovado, servirá como base para avaliar qual candidato ou candidata à Presidência da República terá condições de implantá-lo e quem merece o apoio da classe trabalhadora. A convocação da nova conferência é um grande acontecimento. Deve ser destacado em letras garrafais pelo movimento sindical brasileiro”, arrematou Wagner Gomes. (Fonte: Portal CTB)
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Centrais convocam nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora
A intenção é reunir mais de 10 mil lideranças sindicais na conferência - que vai debater e aprovar documento unitário e definir apoio a um candidato à Presidência da República que dê continuidade ao projeto implementado no País desde 2002 e aprofunde as mudanças.
Numa decisão histórica para o sindicalismo brasileiro, o Fórum das Centrais - composto por CTB, CUT, Força Sindical, UGT, NCST e CGTB - convocou para o dia 1º de junho uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat).
A resolução foi tomada nesta quinta-feira (21), em São Paulo.
É apenas a segunda vez que um evento do gênero é organizado - a 1ª Conclat ocorreu há 29 anos, de 21 a 23 de agosto de 1981.
As centrais pretendem agora reunir mais de 10 mil lideranças sindicais de todo Brasil na conferência - que vai debater e aprovar o documento unitário e definir o apoio a um candidato à Presidência da República que dê continuidade ao projeto político implementado no País desde 2002 e aprofunde o processo de mudanças. (Fonte: DIAP)
Outras deliberações
Os sindicalistas também decidiram realizar uma manifestação unificada dia 2 de fevereiro no Congresso Nacional, em Brasília, em defesa da redução da jornada de trabalho, sem redução de salários.
Cerca de 300 dirigentes das centrais sindicais estarão na abertura dos trabalhos do Congresso Nacional para pressionar os parlamentares a inserir na pauta de votação, a proposta de redução da jornada de 40 horas semanais. Essa bandeira de lutas foi à principal reivindicação da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, realizada no dia 11 de novembro em Brasília.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) 231/95 - que reduz a jornada - está pronta para votação, em primeiro turno, no plenário da Câmara dos Deputados, mas até agora não foi incluída na pauta, apesar das mobilizações feitas pelos trabalhadores. (Com Vermelho e centrais)
Pauta Unificada
As seis centrais sindicais reconhecidas pelo Ministério do Trabalho aprovaram ontem a realização de uma conferência nacional, em forma de marcha, que ocorrerá em São Paulo no dia 1º de junho, quando será lançado um programa político conjunto. Após a conferência, o documento será direcionado à campanha que mais se aproximar das propostas. A idéia, segundo os líderes, é fechar o apoio ao candidato que será apoiado nas eleições de outubro já em junho. "Vamos dizer, com o programa na mão, qual é o candidato ou candidata que tem condição de implantar esse projeto", afirmou Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Unir as seis centrais em torno de um projeto único para influenciar o debate eleitoral. Essa unidade entre as centrais ocorre mesmo com diferenças ideológicas. (Valor Econômico)
José Augusto da Silva Filho
Coordenador Nacional do FST
Diretor Secretário Geral da CNTC
Vice-presidente do DIAP
augusto@fstsindical.com.br
augustomehana@terra.com.br
(61) 3217-7100 ou 3217-7102
“A UNICIDADE SINDICAL É PRIMORDIAL PARA MANTER A FORÇA DE ENTIDADES REPRESENTATIVAS DE CLASSE” “HISTORICAMENTE, A CRIAÇÃO DE ENTIDADES PARALELAS SÓ SERVE PARA SATISFAZER DIVERGÊNCIAS POLÍTICAS E NUNCA PARA FORTALECER A UNICIDADE SINDICAL”